Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Conversas de almoço

Estava eu e mais duas colegas de trabalho à conversa durante um almoço e tal como todos os dias a conversa variava entre politica, trabalho ou piadas do momento.
Uma delas hoje estava um pouco mais calada e introspectiva o que suscitou uma mórbida curiosidade. Como quem não quer a coisa começamos a puxar a conversa mas com tanta insistência que ela cedeu.


Confessou que o marido dela lhe tinha pedido para se depilar toda e que lhe tinha explicado que ao ver um daqueles vídeos que eu lhe mando que tinha ficado com umas ideias loucas para fazer com ela. Ela educada e recatada que é disse-lhe “não sou nenhuma doida tarada!” e a conversa azedou.

Nós ficamos boquiabertos por entre o rubor da sua face. Eu como homem disse-lhe que o marido tinha razão e que é bem mais excitante para um homem (pelo menos eu gosto) ver a totalidade de um corpo de uma mulher sem pelos bem como a vantagem de ser mais higiénico, confessei-lhe que eu o fazia e me sentia muito mais sexy, o que as fez ruborizar as suas faces, aí fiquei eu surpreendido.
Ela diz-me então “já sei que eu vou fazer ele quer rapadinha, então terá rapadinha mas…”

E nós “mas o quê?!” – “Ele também tem de o fazer, para ficar tipo aquele striper da festa de despedida de solteira desta nossa coleguinha aqui.” Eu, feito sacana “Muito me contam minhas meninas, muito me contam” por entre sorrisos e calores oportunos, Terminamos os cafés e vamos trabalhar.
Já no trabalho, mal me sentei em frente ao computador, o meu Messenger parecia uma árvore de natal pisca, pisca e pisca, eram elas. Uma questiona sobre o local onde eu o fazia para indicar ao meu amigo.
A outra curiosamente e suavemente excitada questiona que é engraçado imaginar-me sem pelos eu sem entender disse-lhe que até agora ninguém se tinha queixado (pelo menos a mim!) and so on, and so on.
São 18h30 toque de saída pego nas minhas coisas para ir apanhar o comboio e o meu telemóvel toca vi o número e atendi, do outro lado ela diz-me “Queres boleia?” e em como outras tantas vezes aceitei pois morávamos relativamente perto. Pelo caminho nós fomos conversando e partilhando a dor de uma depilação. O telemóvel dela entretanto toca e pede-me a mal que ia no meu colo eu abri a mala ela põe a mão e o telemóvel cai “bolas!” grita ela espera que eu encosto e já o apanhamos, eis que ela vira para uma estrada mal iluminada para o carro, desliga-o e rapidamente se atira ao chão do carro do meu lado à procura do telemóvel, eu abro as minhas pernas e sinto uma outra mão sobre a minha braguilha. Que corou agora fui eu mas que mão suave, o meu pénis deu logo sinal.
Ela ergue-se, sorri e diz “que tal, na tua casa ou na minha?” eu, hesitante disse, “pode ser na tua pois a minha está um caos”. Liga o carro passa ligeiramente a língua pelos lábios e prego a fundo.
Chegamos rapidamente e rapidamente subimos fomos directos à casa de banho para a sua enorme banheira de hidro onde nos despimos e beijamos loucamente como dois adolescentes embriagados de paixão e tesão. Ao ver-me despido ela sorriu e disse
“Bem melhor o real do que o imaginário não te sabia assim tão bonito.” (não é gabarolice mas sim as palavras de uma mulher cheia de desejo).
Verifico que ela também não tinha nenhum pelo, muito sensual sem duvida.
Eu molhei o seu corpo, seguidamente eu dirigi-me aos seus seios beijando, acariciando e mordendo, encosto-a e gentilmente vou descendo através deles até ao umbigo chegando á vulva deliciei-me longamente com o seu sabor agre-doce o seu cheiro açucarado vibrando com o toque da pele bem tratada e morena.
Ela pegando-me os cabelos cadenciando e usando-me como se de um objecto de prazer, eis o primeiro orgasmo, estremece geme silenciosamente e puxa-me para cima tomando o lugar antes ocupado por mim. Sinto o calor da boca os lábios carnudo envolvem o meu membro um vai e vem bem bom, quente e molhado. Chega a hora de a possuir de forma apaixonada, viro-a de costas afasto-lhe as pernas, acaricio o seu rabo carnudo abrindo-o suavemente iniciando a penetração, o vapor acumulado transforma o ambiente como um sonho a dois.

O meu membro entra e sai alternando com breves e rápidas estocadas sentindo-a estremecer…
O meu corpo fica tenso sinto arrepios ténues que se tornas fortes anuncio que estou a atingir o clímax, ela encostando a cabeça segreda “da-me tudo, da-me o teu suco” e eu tenho um fantástico orgasmo…hummmm
segredos de buonarotti2 às 21:48
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