Segunda-feira, 3 de Março de 2008

Construção civil

Olá, sou o MorenoLX. Este conto aconteceu num verão quando eu trabalhava na construção civil durante um período de férias escolares. O trabalho era fazer uma piscina na parte traseira de uma casa tipo senhorial. Éramos apenas 3 pessoas a fazer o trabalho. Havia várias casas com janelas para esse terreno e numa delas morava uma mulher que tinha 42 anos. Cabelo moreno, liso e comprido, pele clara, era uma mulher normal, mas que gostava de se vestir bem e parecia bem mais nova do que era.


Comecei a notar que sempre que eu chegava à obra ela recebia-me com um olhar amigo na janela da frente e aos poucos fomos trocando bons dias e sorrisos pela manhã. Nunca em nenhum trabalho eu me vi com mais vontade de ir trabalhar do que neste. Os dias passavam e os sorrisos ficavam mais marotos. Até que, num dia de calor, eu estava sozinho na obra e andava em tronco nu. Fazia desporto todos os dias e um trabalho mais puxado também ajudava a ter um corpo mais bem definido. Foi quando me apercebi de um vulto na janela, era ela. Eu fiquei super excitado, não consegui mais trabalhar.


O meu pau começava a incomodar-me nas calças. Ela estava apenas de camisa de noite e começou a limpar os vidros. Abriu a janela e eu nessa altura estava parado, a olhá-la e a mexer no meu pau. Como eram calças de ganga que usava no trabalho elas tinham um dos bolsos rotos, o que meu deu liberdade para meter um pouco da cabecinha de fora. Ela olhou, viu e sorriu. Tomei aquela atitude como um consentimento para continuar e assim fiz. Meti o meu pau todo para fora e estava muito duro, bem grosso, continuei a mexer nele e sorria para ela enquanto ela me olhava também. Ela também já não conseguia limpar mais os vidros e fez-me sinal para ir à porta das traseiras.


Eu fui, entrei e demos um beijo longo e molhado. Estivemos um pouco assim aos beijos e levei a mão dela para o meu pau. Ela tirou o meu pau para fora e começou a bater-me uma, enquanto eu lhe subia a saia e levava os meus dedos à sua ratinha. O tempo era pouco, porque podia aparecer o patrão, e ela perguntou se eu queria aparecer à noite, não haveria ninguém em casa. Ficámos assim, cheios de tesão e aquele momento foi interrompido. Voltei à noite e ela já me esperava na janela. Depois de eu entrar ficámos nus em pouco tempo. Ela sentou-se no sofá e começou a lamber o meu pau, tocava nos meus tomates e eu arrepiava-me todo, esteve assim durante uns 5 minutos e eu olhava para os seus lábios envoltos no meu pau que aparecia e desaparecia na sua boca, intercalava com uma longa lambidela até à cabecinha e olhava para mim.


Pedi para ela parar e deitei-a para trás, pude ver ela a abrir a ratinha para mim e a chamar-me. Comecei por lhe beijar o lado de dentro da perna com um leve toque de lábios e fui subindo e sentindo o calor da sua ratinha bem junto ao meu rosto, era perfumada, fechei os olhos e saboreei o primeiro momento em que a provei. Foi eterno. Era mel, estava super molhadinha e eu fui saciando a minha sede naquela fonte de vida. Ia mordiscando, saboreando com a língua bem fundo e ela gemia. Começou muito tímida e foi puxando a minha cabeça cada vez mais contra ela até que me pediu para parar. Subi, dei-lhe um beijo na boca e os nossos sexos tocaram-se.


Estávamos a escaldar, com a sua mão guiou o meu pau e fomos roçando um no outro enquanto lhe tocava nos seios e continuávamos os beijos, cheios de tesão. Ela levou a cabeça do meu pau até à entrada da sua vagina e fui entrando muito devagar com um longo gemido de ambos. Começámos então a foder lentamente, ela deitada e eu de joelhos, a olhar o meu pau a entrar nela e a sair. Ela perguntou se eu gostava de olhar e eu disse que sim, adorava. Continuámos assim mas, para evitar que acabasse mudámos de posição, sentei-me no sofá e ela sentou-se em cima de mim virada para mim. Fiquei com as mamas dela mesmo à minha frente, ela pediu para eu as lamber enquanto ela me cavalgava.


Agarrei os dois seios e fui beijando um e outro, passei com a língua nos mamilos erectos e ela gemia com o meu pau dentro dela. Eu disse que adorava aquela posição porque aguentava mais tempo sem me vir. Ela sorriu e disse que queria vir-se assim. Começou a cavalgar cada vez mais rápido e eu ajudava com as mãos no seu rabinho, estava a adorar aquela mulher mais velha. Não aguentei e deitei-a como no início, fazendo aumentar o ritmo dos movimentos. Estávamos todos suados.


Ela começou a vir-se e a contracção da sua ratinha fez com que eu sentisse também o orgasmo a chegar. Gemíamos e eu entrava todo nela e comecei a vir-me também. Sentia o meu leite a sair e a ficar todo dentro dela. Caímos nos braços um do outro e ficámos assim mais um pouco até ir para o duche.
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