Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Professora nova 2

 

Hoje estou particularmente bem disposto, este almoço proporcionou um novo trabalho bastante interessante para o atelier. Não consigo conter o pensamento, as ideias brotam e atropelam-se. Tenho de aproveitar as aulas para fazer uma pausa para depois arrumar as ideias. Assim que chego, um colega pergunta se já vi a nova colega-loura-super-podre-de-boa.


Não, não vi, aliás só nos cruzamos dois dias por semana, uma manhã e uma tarde. Parece que ela está particularmente perturbadora hoje. Estes tipos sofrem demais. Não vale a pena fugir! Nestes dias que estive na escola sem a ver não deixei de pensar nela e de planear mil e uma fantasias eróticas. Há um misto de desejo e de medo do que possa acontecer. Esta coisa de misturar prazer e trabalho dá para o torto, sempre ouvi dizer. Tão depressa estou a dizer para mim que é melhor esquecer o que aconteceu, que ela nem vai voltar a falar comigo a sós, como estou a sentir o seu corpo frágil nas minhas mãos, a cheirar o seu perfume. Não sejas parvo, logo se vê! Entro na sala de aula, abro a despensa e mando os alunos buscar os materiais.


Estranho, estão a falar com alguém. Entro. Ela está na despensa a corrigir testes. Corro com os alunos para não incomodarem a Professora que está a trabalhar. Ela pede desculpa mas queria fazer uma surpresa e pensou que seria eu a entrar na arrecadação. Não sei se aquela aula correu bem ou mal, isto é, não sei se correu. Nem sequer percebo se os alunos acharam que eu estava no meu perfeito juízo. Alguma coisa devo ter feito, bem ou mal, não sei. Tocou para o intervalo, mandei os alunos saírem. Umas alunas palermas queriam ficar na sala, com um tempo destes, com tanto rapaz lá fora, não pode ser, faz favor de irem brincar, namorar, conversar, faz bem desanuviar. Entro na arrecadação e ela mais uma vez pede desculpa vinte, trinta vezes. Veio mais cedo para a escola e como se sentiu demasiado observada, apalpada e violada na sala de professores, decidiu ir logo para ali, para esperar por mim. Não quis ouvir mais nada. Beijei-a, apertei-a contra mim, levantei-a do chão, enroscou as pernas em mim. Senti a minha língua sugada a entrar pelo estômago dela. Desceu para o pescoço, enquanto abria a camisa.


Beijou e lambeu os mamilos enquanto eu tentava ainda agarrar qualquer coisa do seu corpo que escorregava por mim abaixo. Senti as suas mãos apalparem o pénis, enquanto gemia de prazer, sem me dar qualquer possibilidade de acção. Abriu a braguilha, o cinto, e puxou com força as calças para baixo. O pénis não se conteve preso nas boxers, mas não durou muito a sua evasão... rapidamente foi aspirado até ficar moribundo.

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segredos de buonarotti2 às 08:43
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