Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Flirt perigoso II

Depois do que aconteceu eu e a Sofia tornámo-nos mais ousados, a barreira inicial tinha sido quebrada e embora com medo e sem querermos magoar ninguém tínhamos muita tesão um pelo outro. Os emails tornaram-se mais frequentes e mais picantes o que aumentava ainda mais o desejo. Nesses emails falávamos abertamente de desejos e fantasias onde ela me confidenciou que não costumava engolir o esperma do marido mas que comigo sentia uma vontade enorme de o fazer e que queria fazê-lo sempre que estivéssemos juntos.

Também reconhecemos mutuamente que a vida sexual com os nossos parceiros era algo monótona. Numa de confidências disse-lhe que com 38 nunca tinha feito sexo anal e que era algo que queria muito fazer, mas a minha mulher recusava-se sequer a falar disso, ao que ela disse que já sabia porque entre elas falavam sobre o assunto. Perguntei de que mais falavam e ela disse que de tudo.


Não nos voltamos a ver pessoalmente durante duas semanas até que numa sexta feira fomos jantar todos fora. Como que por coincidência ficamos sentados ao lado um do outro e mal nos tínhamos sentado já eu sentia a sua mão a abrir-me o fecho das calças e a acariciar-me o pau. Sempre que podia batia-me uma e ameio do jantar já eu estava completamente doido, pau de fora completamente teso.

Perdendo a noção do espaço e do risco levei a mão às suas pernas subindo até alcançar o seu sexo que dedilhei com gosto lambuzando-me todo com os seus sucos. Fosse pelo perigo e correspondente excitação, fosse por que fosse não demorou até que ela se viesse ficando ofegante e muito corada o que levou a que outra das mulheres presentes lhe perguntasse se ela se sentia bem tendo ela respondido que estava com calores, devia ser do período. Eu, discretamente lambi os dedos provocando-a ainda mais.


Nessa noite nada mais aconteceu. No sábado quando acordei tinha uma mensagem a dizer que eu ia pagá-las. Domingo foi dia de almoço em conjunto na moradia dos nossos amigos e eu estava com medo do que poderia acontecer, mas tirando uns encostos e uns olhares nada aconteceu durante todo o dia.

Na quarta feira seguinte a seguir ao jantar a minha mulher disse-me que as quatro iam sair e que a Sofia devia estar a chegar para a ir buscar, se ela chegasse que esperasse um bocado porque ela ia tomar um banho e arranjar-se. A Sofia chegou logo de seguida, perguntou pela minha mulher eu disse que estava a tomar banho e sem demoras, baixou-me as calças e fez-me um broche que me deixou doido.


Eu disse que ela era maluca e ela só riu, e baixando as calças virou-se de costas apoiando as mãos na bancada e fez sinal para eu a penetrar, o que me apressei a fazer num misto de terror e tesão. Como ela era pequenina e eu alto cada estocada com mais força fazia-a a levantar os pés do chão.

Estávamos nisto quando ela me sussura “queres por no cu?” Fiquei doido, disse que sim e aproveitando a lubrificação da sua vagina passei no olhinho e apontando a cabeçorra fiz força. Com custo entrou e estávamos os dois a habituar-nos aquela deliciosa sensação quando ouvimos a minha mulher a chamar a Sofia para a ajudar a escolher a roupa, não sei se pelo susto se pela excitação rebentei num orgasmo dentro do cu da Sofia que enquanto sentia o meu leite a ser derramado dentro do seu cu, enquanto ela lá conseguiu gritar que ia já. Vestiu-se num fechar de olhos e correu para o quarto. Passado um bocado de terem saído recebo um sms que dizia “Foi a minha primeira vez e soube a pouco.


Tenho o teu leite a sair do cu. Fiquei cheio de tesão a pensar naquilo e como a mim também me tinha sabido a pouco. Passado cerca de uma hora recebo uma msg da Sofia a dizer. “Não aguento, tenho que acabar o que começamos. Espera por mim daqui a 30m estou aí” e arranjando uma desculpa junto das outras 3 amigas saiu e em vez de ir para casa ter com o marido veio ter comigo.

Aproveitando que estávamos à vontade, os meus filhos dormiam e a minha mulher não chegaria senão daí a umas 3 ou 4 horas matamos a fome que tínhamos um do outro. Primeiro saciamo-nos oralmente, depois fizemos sexo em todas as posições que nos lembramos e finalmente partimos para o anal. Agora com calma, cm a cm enterrei todo o meu pau no seu cu.


Ela não deu um ai, devia estar a ter dores pois era a primeira vez e o meu pau não é pequeno, mas aceitou tudo sem se queixar e depois de se habituar começou a gostar e atingiu mesmo um orgasmo, coisa que eu pensava impossível.


Também eu me vim, novamente dentro de si, agora bem fundo sentindo pela primeira vez o prazer de me vir dentro de um cu.

 

 

Patch

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