Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

Trio improvável

Como faziamos de há 6 anos a esta parte o nosso departamento organizou um fim de semana de convívio. Nada oficial, algo combinado entre nós e que envolvia as nossas famílias. Nesse ano o passeio tinha sido para a região do Alqueva. Ficamos todos instalados num turismo de habitação, mais propriamente, uma casa senhorial adaptada a turismo de habitação, muito bonito e confortável. Éramos 20 casais, 40 pessoas mais 6 crianças.

Chegámos na sexta feira À hora de jantar, jantámos no hotel e depois, aproveitando os 30 graus que se faziam sentir espalhámo-nos pelos jardins da propriedade em amena cavaqueira em pequenos grupos de 5/6 pessoas.

Trabalhávamos na mesma empresa há mais de 10 anos, conhecíamo-nos muito bem e às respectivas famílias pelo que o ambiente era descontraído e informal. Nessa noite deitámo-nos quase todos já passava das 2 da manhã e no dia seguinte foi um dia cansativo com actividades radicais.

Jantámos no hotel novamente e mais uma vez nos fomos espalhando pelos jardins à conversa, só que agora a malta estava cansada e como a maioria do pessoal já tem os seus 50 anos o regresso aos quartos começou a dar-se mais cedo e quando dei por mim estava sozinha ao pé da piscina com o António, um dos mais novos do grupo, trabalhava na parte informática há menos de um ano, um rapaz de 23 anos, alto, bem parecido, moreno e com o Joaquim, também ele moreno, magrinho e homossexual. Assumido, tinha vindo como de costume com o marido. Na empresa toda a gente sabia, conhecia e aceitava, eram um casal muito giro e animado. Eu, com os meus 41 anos ainda sou uma mulher bastante bonita, pequenina, 1,60, 50 kg, cabelo avermelhado, olhos verdes, peito 34 ainda bastante firme e um corpo cuidado pois passo a vida no ginásio.

Pois bem, ali estávamos os 3, uma garrafa de beirão vazia e outra por abrir em cima da mesa em animada cavaqueira. O meu marido tinha ido para a cama, o marido do Joaquim também bem como a namorada do António. O Joaquim já alegre começou a meter-se com o António que por ser o mais novo em idade e na empresa era muito reservado e normalmente o alvo das brincadeiras, algo que ele aceitava muito bem.

- Então António, hoje os teus vizinhos de quarto vão dormir bem! Parece que ontem ninguém conseguiu dormir. - Dizia o Joaquim

- Porquê? – pergunto eu

- Porque ele e a Sónia tiveram a dar uma queca até de manhã e era uma chiadeira que ninguém dormia – dizia o Joaquim a rir

O António todo envergonhado lá foi respondendo, e o Joaquim sempre a provocar.

- Quem me dera que o Miguel me tivesse feito gemer assim. Há quase uma semana que não vejo o padeiro.

Eu, que há mais de um mês não tinha relações com o meu marido comecei a ficar com inveja e a imaginar coisas e talvez por sugestão parece que reparava que o António me ia comendo com os olhos pelo que resolvi provocar. Como estava bastante calor estávamos todos com roupas ligeiras eu de mini saia e top e eles de calções e t shirt. Estando de frente para o António abri as pernas de forma a que ele pudesse ver as minhas cuequinhas.

A conversa continuou cada vez mais picante até que eu perguntei ao Joaquim

- Ouve lá Joaquim, sempre tiveste homens ou chegaste a provar alguma mulher?

- No início fiz algumas mulheres e até gostei mas não há nada como um homem.

- Como assim? – perguntou o António

- Ai, é tão bom sentir um bom pau dentro do meu cu e depois senti-lo a vir-se

- Não dói? - Perguntei eu

- Não se for bem feito. Nunca experimentaste Sara?

- Já, no início do casamento mas não gostei muito!

- Foi mal feito – responde o Joaquim - E Tu António? Gostas de comer um cuzinho?

- Gosto, mas infelizmente não tenho muita experiência – respondeu o António

- Porquê? A Sónia não gosta?

- Gosta, mas………… e calou-se

- Mas? - Perguntámos os dois

Ficou muito vermelho e disse que não era nada desviando a conversa, mas eu e o Joaquim tínhamos ficado curiosos e não deixamos morrer o assunto.

- Mas? Agora responde!!!

- Bem a verdade é que tenho um pénis muito grande e quase ninguém consegue aguentar.

Ficamos os dois em silêncio, de certeza que a imaginar coisas. Eu começava a ficar húmida e o Joaquim agitado na cadeira. Servindo mais uma rodada a todos o Joaquim quebrou o silêncio

- Grande como? 20cm?

- Não, grande como 30 cm por 8 de largura!

 

Mais uma vez silêncio. Eu fiquei encharcada, o Joaquim mordeu os beiços, os dois a olharmos para ele.

- Não pode ser – disse por fim o Joaquim. Nunca vi nada assim.

- Nem eu - acrescentei

Mais uma vez silêncio. E mais uma vez foi o Joaquim a quebrar o silêncio e eu nem queria acreditar

- Mostras? – olhos brilhantes, faces rosadas, a excitação era visível

Não sei como nem porquê mas a partir deste momento as coisas descontrolaram-se. O António sem uma palavra baixou os calções expondo um cacete maravilhoso parcialmente erecto mas que crescia a cada segundo. Enorme, grosso, muito escuro, duas bolas enormes penduradas prometiam litros de leite. Eu e o Joaquim de olhos muito abertos babávamo-nos literalmente. Novamente o Joaquim tomou a iniciativa e estendeu a mão para tocar naquele monumento. O António retraiu-se inicialmente mas depois deixou-se estar.

Com perícia de quem sabia o que fazia o Joaquim sentia o tamanho daquele pau, acariciando-o suavemente com as mãos punhetando-o lentamente. Olhando para mim fez-me sinal para me juntar a ele e rapidamente quatro mãos acariciavam aquele mastro e respectivas bolas.

Eu pingava com tanta excitação e sem pensar aproximei a boca da cabeçorra vermelha beijando-a levemente e em pouco tempo mamava com gosto esforçando-me para a engolir toda sem sucesso.

O Joaquim juntou-se a mim e em conjunto fizemos um broche fabuloso ao António que não se aguentando anunciou que se ia vir e quando o fez meu Deus, jactos e jactos de grossa esporra branca brotavam continuamente daquela cabeçorra aterrando nas nossas caras e cabelo, o Joaquim bebia avidamente tentando apanhar o máximo possível e eu, que nunca fora muito fã de esperma apressei-me a fazer o mesmo adorando o seu gosto. Finalmente terminou de se vir sem que o seu pau desse sinal de perca de vigor.

 

Eu, que pingava não perdi tempo e pondo-me de quatro pedi para ele me foder, aterrorizada por um lado mas excitada demais pelo outro. Com jeito aproximou-se de mim e afastando os lábios vaginais empurrou-se para dentro de mim enterrando-se até meio numa única estocada fazendo-me ver estrelas. Lágrimas vieram-me aos olhos e poucos segundos depois vim-me quando ele começou a bombar. Há 15 anos que só tinha o pénis do meu marido que era menos de metade daquele em comprimento e largura. Sentia-me preenchida como não julgava possível e cada estocada fazia com que mais daquele caralho se enterrasse dentro de mim. O prazer era indiscritivel e os orgasmos sucediam-se até ao ponto em que o Joaquim, colocando-se debaixo de mim me começou a chupar o clitóris. Rebentei no maior orgasmo da minha vida e desfaleci.

 

Passado algum tempo voltei a mim para ver o Joaquim de quatro e o António por trás a lutar para enfiar aquele monstro no cu do Joaquim.
Era uma luta inglória mas ao fim de algum esforço a cabeçorra lá encontrou o seu caminho. O Joaquim arfava e masturbava-se violentamente. Tinha tb um belo pau, uns bons 19 cm. O António estava a começar a ficar doido e não parava de forçar a entrada até que finalmente conseguiu entrar todo. Os dois arfavam e gemiam e eu estava boquiaberta a ver aquilo, nunca pensando que fosse possível. O Joaquim veio-se com aquele monstro enterrado até aos colhões no seu cu mas nem por isso ficou flácido e logo de seguida o António anunciou o seu próprio gozo e retesando o corpo despejou litros de esporra no cu do Joaquim.

 

Assim permanecemos largos minutos, o Joaquim de quatro o António dentro do seu cu e eu sentada a ver. Estava dorida e cansada mas cheia de tesão pelo que me dirigi para o Joaquim e comecei a mamar o seu pau. Este gesto foi a nova faísca e sem sair de dentro do cu do Joaquim rodaram de forma a que o António ficasse deitado e o Joaquim sentado naquele mastro. Devido ao hábito e lubrificação do seu próprio leite o António entrava e saia agora com toda a facilidade. Eu mamava que nem louca no pau do Joaquim mas precisava mais que um broche e sem autorização sentei-me em cima do mastro do Joaquim enterrando-me até às bolas.

Era irreal, nunca pensei ver-me numa situação daquelas mas estava a adorar. Os movimentos eram síncronos e cada estocada que o António dava no cu do Joaquim eu sentia e após bastante tempo explodimos os três num orgasmo simultâneo e assim permanecemos a recuperar forças.

Finalmente desencaixamo-nos uns dos outros. O Cu do Joaquim era uma cratera lunar de onde escorria leite sem fim. O Joaquim aproveitou para limpar o pau do António e eu fiz o mesmo ao dele saboreando o seu leite, mais doce mas menos espesso que o do António.

Separamo-nos exaustos e no dia seguinte Fiquei no quarto totalmente exausta e satisfeita. Desde essa altura temo-nos encontrado algumas vezes os três, mas só recentemente tive coragem para dar o cu. Conto de uma próxima vêz.

 

Alice

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